4 de outubro de 2009

Well, well, well, Daniel

Porque família é bom demais, e criança consegue ser ainda melhor.
Ele é pequeno, e desde bebezinho sempre foi a simpatia em pessoa! Distribui sorrisos aonde vai, cumprimenta todo mundo, sabe o nome de muita gente, conversa, bate papo, dança. Tem um ouvido e uma sensibilidade pra música incríveis! Canta o hino do Galo inteirinho, e no final ainda completa com E ga-lhe Galo!, com os bracinhos pra cima, comemorando. Passa na porta da churrascaria e diz Tô vendo um cheiro de chuaco!. Vai andar de moto no Vedemer, um bairro daqui de BH mais conhecido como Belvedere. Calça tênzini pra ir pra Tônzunu, onde ele faz ecício, inclusive abdominal e tasson. Vira de costas pra minha prima, e morrendo de rir, com cara de arteiro, diz pra minha irmã Vou soltar pum na cara da mamãe, ouve, dindinha, ouve. Ele conta que o livro é bom pra imaginação, e coloca o dedinho na cabeça, como quem pensa, quando diz isso. Completou dois anos, e um mês antes sempre perguntava Cadê a festa do Dada, pra em seguida ele mesmo emendar a resposta Tá chegando, mas tem que esperar um pouquinho. Se alguém perguntasse o que ele queria ganhar de presente, ele dizia sem pensar que queria uma coisa legal e diferente. E quando a gente queria saber o que ia ter na festa, ele respondia vela e fosfomo, porque eu nunca vi alguém gostar tanto de Parabéns pra você. E é ele mesmo quem completa com o Tubigui, tubigui, tubiguibiguibigui no final.





2 comentários:

Eduardo Araújo disse...

Sabe aquele momento em que grita na mulher a fúria da maternidade. Se prepare, que o tranco tá chegando.

hehehehhe

Marcela Paiva disse...

lá em casa não tem criança. :(