31 de janeiro de 2009

Se Tu Queres Que Eu Não Chore Mais...

Não fica com ciúmes. Eu também sou apaixonada por você. E no seu caso, confesso, eu nem ligava se você descesse do palco. Rs!
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Amores Possíveis

Quer saber? Não tem jeito mesmo. Eu sou com-ple-ta-men-te apaixonada pelo Amarante. E tava morrendo de saudades. Basta o jeitinho d'ele olhar. Basta o jeitinho d'ele cantar. Basta o jeitinho d'ele dançar...
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Mas eu gosto dele é assim: distante, em cima do palco, ou, no máximo, cantando ao pé do meu ouvido pelo fone do iPod.
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Ps1: É, eu sei. Eu também prefiro meu cabelo curto.
Ps2: O show ontem foi ótimo. Mas ao contrário do meu cabelo, eu preferia que ele fosse um pouco mais longo...

27 de janeiro de 2009

26 de janeiro de 2009

Uma Pirueta...


Minha paixão por Los Hermanos começou depois da Anna Júlia, mas antes de Primavera. E isso tem mais de 10 anos. Foi ainda com o Los Hermanos mesmo, em que as músicas eram mais pesadas, mas tinham um quê de samba, e falavam de amor e poesia. Do Pierrot e da Colombina, de Lágrimas Sofridas, e da dor de ter e perder alguém (Quem Sabe).
Depois veio o Bloco do Eu Sozinho. Lembro que achei curioso e instigante a idéia de que eles haviam passado 2 meses num sítio, enfurnados, confinados, sem comunicação com o que fosse de fora, pra gerar o novo trabalho. E que depois do sucesso do primeiro disco, acabou saindo como uma produção independente. Porque eles contrariaram as expectativas. E o disco, pra mim, a princípio, era como o circo, como o palhaço: lágrima e riso, alegre e triste. Machinha de Carnaval com Cortejo Fúnebre. Quarta-feira de cinzas. Talvez por Todo Carnaval Tem seu Fim, que é bem por aí. Mas depois eu vi que não dá pra escolher uma preferida neste disco, e nem pra não gostar de alguma... Sentimental, Retrato pra Iaiá, A Flor, Veja Bem Meu Bem, Adeus Você, Casa Pré-Fabricada... Foi nessa época que eu comecei a preferir o Amarante: num show no Pop Rock Café, em plena terça-feira, meio lado B. Ele não parava: era guitarra, baixo, tamborim, jogava a baqueta pra cima, dançava sozinho, brincava, numa hiperatividade gostosa e contagiante. Se divertia, e isso me divertia também. Ele realmente estava ali porque queria, e realmente estava gostando do que estava fazendo. Daí em diante, mesmo sem perceber, eu acabava gostando mais das músicas dele que das do Marcelo Camelo, ainda que eu também amasse as do Camelo. E O Bloco do Eu Sozinho foi a trilha favorita nos meus dias na Itália.
Depois veio o Ventura. A expectativa era grande. E mais uma vez, a música, os arranjos e a poesia eram de uma sensibilidade e uma delicadeza de emocionar. E foram assim os shows desta turnê: uma lua cheia iluminada no cenário, o coro da platéia, o envolvimento dos músicos, a estridência da voz esgoelada que desfiava as músicas de cor, e as lágrimas descendo pelas bochechas. Samba a Dois, Último Romance, Além do Que se Vê, Do Lado de Dentro, Um Par, De Onde vem a Calma... Transe hipnótico.
Depois veio 4. E mais uma vez, ele, o Amarante. Paquetá, Condiconal, O Vento... E outras também do Camelo. Pois é, Morena, Os Pássaros, Fez-se Mar, Sapato Novo... Mais melancólico, talvez, mas lindo, lindo, gostoso de ouvir. E depois... Depois um ou outro show do Amarante na Orquestra Imperial e a notícia do fim da banda, com promessas de carreiras solo ou carreiras separadas. Ponto.
E aí, veio o Sou, do Camelo. De primeira, achei bonita a sutileza do nome do disco: sou. De cabeça pra baixo, é nós, e o sou vem escrito com um pinguinho caindo do o, pra isso mesmo. Mas as músicas... Ahn... A princípio só tinha conseguido ouvir umas duas faixas até o final. Achei as outras chatas. Depois vi que era puro preconceito. Talvez pela participação da Mallu Magalhães (preconceito mesmo, uma certa antipatia gratuita de meninos-prodígio). Talvez pela falta do Amarante ao lado. Mas o disco é ótimo! Não é pra ser ouvido a qualquer hora, é preciso calma. Respiro. Poesia. Não entendo de música a ponto de querer ser crítica de alguma coisa, só sei dizer do que me toca ou não me toca, do que gosto ou não gosto, do que me instiga ou não, me emociona ou não, me envolve ou não. E no fim das contas, ele me fez querer ouvir de novo. E de novo. E de novo. Me fez querer cantar. Me fez querer dançar. E o release do disco, escrito pelo irmão dele, é harmonioso e doce.
Mas... E o Amarante???

Duas Piruetas...


Sempre adorei os Strokes. Original, ótimo. Básico. Simples e direto. As letras boas, poéticas, contrastando com a bateria desesperada e turbulenta, sólida. Aliás, a bateria... Sempre preferi a cozinha. Baixo e bateria. E a do Strokes é muito marcada, muito marcante. Eles sempre foram a minha música preferida pra correr. Porque a bateria dá um ritmo bom. Dá energia, enérgica e forte. Marca os passos, as passadas, a velocidade. Porque viajo nas palavras cantadas – às vezes gritadas – arrastadas e emocionadas, emocionantes. Porque viajo e penso em tanta coisa que o exercício flui sem ser sentido, já que tantas outras coisas fazem tanto sentido antes.
Eu não conheço tanto de Strokes assim. Conheço os discos, sei as músicas de cor, mas nunca fui a um show deles, e nem acompanho a trajetória de cada um do grupo pra saber o que eles fazem da vida ou pra ter um preferido. Mas confesso que sempre tive uma quedinha por bateristas... E o Fabrizio Moretti só contribui pra isso!

Bravo! Bravo!

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Já tinha um tempo que a gente ouvia dizer por aí que o Amarante tinha juntado com o Fabrizio Moretti pra formar uma banda nova – a Litlle Joy. E a expectativa era grande, afinal eram os meus dois caras preferidos, de duas bandas que eu adoro (acho muito difícil eleger uma banda preferida – qualquer uma).
O disco saiu em novembro do ano passado. Excelente! Não é óbvio, embora algumas músicas sejam uma mistura clara de Los Hermanos com Strokes, e é bem heterogêneo, mas coeso, e despretensioso. Bem a cara dos meninos: divertido e leve, mas forte e marcante. Curtinho, dá pra escutar de uma vez e logo vem a vontade de escutar mais várias, seguidas. E de dançar, mesmo que dois pra lá, dois pra cá, o que pra mim também é fundamental!
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Na Bravo deste mês saiu um artigo que resolvi transcrever aqui em baixo (ao invés de indicar o link, que já vai pro Myspace da banda)
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Revista BRAVO! Janeiro/2009
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Uma Asa de Strokes, Uma Perna de los Hermanos...
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... e o feitiço chamado Little Joy fervilha no caldeirão. O conjunto que reúne os vice-líderes do grupo nova-iorquino e da banda carioca lança um ótimo CD de estreia
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Por José Flávio Júnior
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Os nova-iorquinos do The Strokes viabilizaram o rock desta década. Fizeram o estilo recobrar o charme, influenciaram outras bandas e gravaram pelo menos um disco com vocação para clássico do gênero: Is This It?, de 2001. No Brasil, o Los Hermanos significou um pouco isso também. Apesar de ter iniciado atividades no fim dos anos 90, o grupo se consagrou como fenômeno pouco depois, lançando os álbuns Bloco do Eu Sozinho (2001) e Ventura (2003). No Strokes, o líder absoluto é Julian Casablancas. Em Is This It?, todas as composições são de sua autoria. No Los Hermanos, o primeiro a se destacar foi Marcelo Camelo, que, com menos de 30 músicas no currículo, viu sua produção ser descoberta e registrada por artistas como Maria Rita e Ney Matogrosso.
Pois bem, esqueça Camelo e Casablancas. A banda Little Joy, cujo CD de estreia sai este mês no país, reúne os "números dois" dos dois grupos. Na escala de importância do Strokes, o baterista Fabrizio Moretti sempre veio na cola de Casablancas, como o cara das levadas viciantes e o mais querido do público feminino. Rodrigo Amarante também pegava placê no Los Hermanos. Suas composições foram minoria em todos os discos. Mas no irregular 4 (2005), por enquanto o último dos Hermanos, a primeira música de trabalho foi do ruivo (O Vento), a segunda também (Condicional), o que levou muita gente a notar que Camelo havia ficado para trás como autor e intérprete.
Motivada por uma admiração mútua (Fabrizio Moretti é nascido no Rio de Janeiro e recebia os discos do Los Hermanos por intermédio de seu irmão, que reside na cidade), a junção rendeu um disco saboroso, dividido entre rocks descompromissados e baladinhas singelas. Parte das composições do baterista (que no disco também toca guitarra, baixo, piano e faz vocais de apoio) fala de amor de um jeito bem otimista e esperançoso. Brand New Start, o rock mais imediato do pacote, narra a excitação com um novo romance. Já o assunto na ótima No One's Better Sake é o término de uma relação. Mas Moretti também mostra fé no ser humano: "Nós podemos ser amigos/ se tentarmos de novo/ eu fico em segundo lugar/ só para terminar a corrida". Amarante contribui com seus característicos versos vagos, como os de The Next Time Around, cantados em português pela americana Binki Shapiro, que completa o trio: "E onde a sorte há de te levar/ saiba o caminho é o fim mais que chegar".
Resta torcer para que a experiência do Little Joy não termine nos 31 minutos desse CD. Os Strokes voltam a ensaiar em fevereiro, e uma volta do Los Hermanos nunca foi descartada. Mas, quando quiserem produzir sem as sombras de Casablancas e Camelo, Moretti e Amarante saberão que construíram um cantinho aconchegante para tal.
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http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewProfile&friendID=398072115
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Utilidade pública: O show em BH é dia 30/01, sexta, no Freegells Hall. Se não me engano, os ingressos estão sendo vendidos no próprio local, no 5ª Avenida ou no Shopping Cidade por R$ 35,00 a 1/2.
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25 de janeiro de 2009

Coleciono Instantes

Mesma música, nova versão, e o seu jeitinho demodèe de dançar que não me sai da cabeça!


22 de janeiro de 2009

Mania de Explicação

Nem só de bom-humor, histórias, teorias e vontade de casar vive a Bonitona Encalhada. Laura H também escreve poesias.
Obrigada, Lorinha, pelo presente. Obrigada por mais este carinho!

Ana S. Ana S-ó.
Ana Só? Não.
Só Ana.
Muita Ana prum nome tão curtinho.
Ana para quem não há caminho.
Que dá no mesmo de frente pra trás e de trás pra frente.
Ana, Ana simplesmente.
Ana das loucuras que eu sufoco, dos ímpetos que eu evito, dos gritos que dou pra dentro.
Uma Ana louca, Ana rouca: de tanto falar, pra dentro e pra fora, que a vida urge, que é tudo agora.
Ana que ri, Ana que chora.
Ana: indefinida e definida. An. A.
Ana intensa, tensa. Ana presença.
Ana frente e verso.
Anverso.
Ana verso e prosa.
Ana, brisa de poesia.
Ares de Ana.
Só ares de Ana.
Só ares de Ana.

21 de janeiro de 2009

Flôres e Estrêlas

Olha, só pra esclarecer, pelo menos por enquanto, resolvi ignorar a reforma gramatical. Eu sei que é fácil, que têm uns guias bem simples e explicativos por aí, mas eu prefiro ler outras coisas no meu tempo livre, e como estas outras coisas foram escritas antes desta tal reforma, elas vão estar com os acentos, tremas e hífens nos mesmos lugares onde eu costumo colocar os meus.
A minha mãe escreve flôr e estrêla até hoje, e acho que a vida dela não ficou nada prejudicada por isso.
Eu sempre tive pânico das pessoas que escrevem errado (não que eu acerte sempre, mas eu tento), mas admito que até passar essa minha resistência eu serei uma delas.
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Ps: Alguém vai ter que ensinar o revisor ortográfico do Word também. Se eu escrevo cinquenta, ele muda automaticamente pra cinqüenta, sem nem perguntar se pode antes.

Io No

Se non sempre troviamo quello che cercavamo, ogni giorno troviamo qualcosa che non'avevamo cercato.

20 de janeiro de 2009

Gosto Mais do Mundo Quando Posso Olhar Pra Ele Com Você

As Cidades Invisíveis

As Cidades e o Céu
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Andria foi construída com tal arte que cada uma de suas ruas segue a órbita de um planeta e os edifícios e os lugares públicos repetem a ordem das constelações e a localização dos astros mais luminosos: Antares, Alpheratz, Capela, as Cefeidas. O calendário da cidade é regulado de modo que trabalhos e ofícios e cerimônias se disponham num mapa que corresponde ao firmamento daquela data: assim, os dias na terra e as noites no céu se espelham.
Mediante minuciosa regulamentação, a vida da cidade flui com a calma do movimento dos corpos celestes e adquire a necessidade dos fenômenos não sujeitos ao arbítrio humano. Aos cidadãos de Andria, louvando-lhes a laboriosa fabricação e bem-estar do espírito, fui levado a declarar:
- Compreendo bem como vocês, sentindo-se parte de um céu imutável, engrenagens de um meticuloso mecanismo, evitem fazer em sua cidade e em seus costumes a mais ligeira mudança. Andria é a única cidade que conheço à qual convém permanecer imóvel ao tempo.
Olharam-se pasmos.
- Mas por quê? E quem disse? - E conduziram-me até uma rua suspensa recentemente aberta sobre um bosque de bambus, um teatro de sombras em construção no lugar do canil municipal, agora transferido para os pavilhões do antigo lazareto, abolidos por estarem curados os últimos empestados, e, recém-inaugurados, um porto fluvial, uma estátua de Talete, um tobogã.
- E essa inovações não perturbam o ritmo astral da cidade? - perguntei.
- A correpondência entre a nossa cidade e o céu é tão perfeita - responderam -, que cada mudança em Andria comporta alguma novidade nas estrelas. - Os astrônomos perscrutam com os telescópios depois de cada mudança que acontece em Andria e assinalam a explosão de uma nova, ou a passagem do laranja para o amarelo de um ponto remoto do firmamento, a expansão de uma nebulosa, a curvatura de uma espiral da Via Láctea. Cada mudança implica uma cadeia de outras mudanças, tanto em Andria como nas etsrelas: a cidade e o céu nunca permanecem iguais.
Do caráter dos habitantes de Andria, duas virtudes merecem ser recordadas: a confiança em si mesmos e a prudência. Convictos de que cada inovação na cidade influi no desenho do céu, antes de qualquer decisão calculam os riscos e as vantagens para eles e para o resto da cidade e dos mundos.
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Ítalo Calvino
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19 de janeiro de 2009

O Último Pôr do Sol

Todo pasa y todo queda,
pero lo nuestro es pasar,
pasar haciendo caminos,
caminos sobre el mar.
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Caminante, son tus huellas
el camino y nada más;
caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.
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Caminante no hay camino
sino estelas en la mar...
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Antonio Machado

18 de janeiro de 2009

Disfarça...

"O que as palavras significam e o que as pessoas entedem delas, muda o tempo todo!"
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Essa é de um grande amigo meu, companheiro, alegre, sincero, espontâneo, e como ele mesmo diz, louco! Não resisti...
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"A ciência diz que o cérebro tem 100 bilhões de neurônios. A ciência diz que os neurônios movem os músculos. A ciência diz que os sentimentos são movidos pelos neurônios. Mas eu não acredito em nada que a ciência diz. Eu acredito que a sua crença molda seus neurônios."

Eco

É tão gostoso quando as palavras ditas ou escritas encontram eco depois de há muito caírem no vazio... No vazio do deserto de almas também desertas.

15 de janeiro de 2009

Raça!

Minha avó descansou esta semana. Quando ela foi embora, a gente cantou pra ela. Cantamos primeiro "se esta rua fosse minha", mas depois meu tio foi logo emendando o hino do Galo. Porque se ela criou 8 filhos atleticanos de pai cruzeirense, era porque gostava mesmo do Galo. Engraçado como a palavra "raça" cantada no hino fechou tão bem com ela. Nunca vi alguém com tanta vontade de viver, tanto e tão bem, e tão amorosa, até o fim dos dias, até nos piores dias, apesar de toda dificuldade. No caso dela, pode chamar também de teimosia! Tanta espera deve ter deixado meu avô com saudades! Ainda bem, que deu tempo de despedir bastante e de encher ela de beijos!