É engraçado às vezes parar para pensar em como as coisas são. Acho que acredito em coincidências e elas não têm sido poucas, embora também não venham sendo grandes.
Eu já fui muito radical pra algumas coisas, e isto de certa forma contribuía para que eu julgasse as pessoas bem mais do que deveria. Mas nunca fui de tomar conta da vida de ninguém, que não eu mesma.
Com o tempo e as coisas que vivi, fui aprendendo. Me tornei muito mais flexível e tolerante, continuo tomando conta só da minha própria vida, e definitivamente, não julgo mais. Ninguém. Por nada. Isto não significa que eu não tenha minha opinião. Continuo pensando as coisas que penso, achando erradas as coisas que eu acho, admirando outras tantas. Mas não julgo. Ou, sempre que não é possível, tento. Mesmo.
Hoje eu fui trabalhar com isso na cabeça. Me lembrei de uma conversa que eu tive com um ex-namorado-amigo anos atrás sobre como as pessoas, de forma geral, são mesquinhas. E julgam demais. E tiram muitas conclusões sobre coisas que elas não sabem. Porque quase sempre a gente não sabe da missa a metade. E, cá pra nós, o que cada um sente e pensa é só seu, cada um teve referências diferentes na vida, experiências diferentes na vida, e embora haja um senso comum, o certo e o errado são, quase sempre, muito relativos. Então, mais do que julgar ou estabelecer rótulos, eu procuro entender os outros. E deixá-los à vontade para serem eles mesmos. Mesmo que eu não concorde, mesmo que eu não goste. E mesmo que eu deixe claro que eu não gosto e não concordo. Mas sem julgamentos. Da mesma forma que eu também não gosto de ser julgada, ou não gosto que os outros julguem alguém que eu conheço e de quem eu gosto ou não gosto a partir de alguma coisa que eu disse ou que o outro fez. Porque ninguém aqui é perfeito. E ninguém está dentro do outro pra saber ou adivinhar razões e motivações.
Aí quando eu cheguei pra trabalhar, abri meu e-mail e tinha uma mensagem de um tio meu, com o assunto “Você Sempre Jovem”. Fiquei com preguiça de ler tudo. Era uma entrevista com o médico Mehmet Oz. Fui zapeando, numa leitura dinâmica, as perguntas que fizeram pro cara. E de repente dou de cara com a seguinte pergunta:
Abster-se de julgar os outros ajuda a manter a juventude?
Oz - Sim, da mesma forma que resolver situações de conflito. O conflito não traz nada de positivo. É apenas desgastante. Costumo recomendar a meus pacientes que procurem as pessoas com quem mantêm uma relação de animosidade e tentem resolver o impasse. Essa é uma atitude para o bem-estar próprio. Não há nada de altruísta nela. É uma atitude egoísta.
Pronto! No que depender de mim, carinha de menina, alegria de viver e sorriso no rosto pra sempre! E cada um na sua...
Eu já fui muito radical pra algumas coisas, e isto de certa forma contribuía para que eu julgasse as pessoas bem mais do que deveria. Mas nunca fui de tomar conta da vida de ninguém, que não eu mesma.
Com o tempo e as coisas que vivi, fui aprendendo. Me tornei muito mais flexível e tolerante, continuo tomando conta só da minha própria vida, e definitivamente, não julgo mais. Ninguém. Por nada. Isto não significa que eu não tenha minha opinião. Continuo pensando as coisas que penso, achando erradas as coisas que eu acho, admirando outras tantas. Mas não julgo. Ou, sempre que não é possível, tento. Mesmo.
Hoje eu fui trabalhar com isso na cabeça. Me lembrei de uma conversa que eu tive com um ex-namorado-amigo anos atrás sobre como as pessoas, de forma geral, são mesquinhas. E julgam demais. E tiram muitas conclusões sobre coisas que elas não sabem. Porque quase sempre a gente não sabe da missa a metade. E, cá pra nós, o que cada um sente e pensa é só seu, cada um teve referências diferentes na vida, experiências diferentes na vida, e embora haja um senso comum, o certo e o errado são, quase sempre, muito relativos. Então, mais do que julgar ou estabelecer rótulos, eu procuro entender os outros. E deixá-los à vontade para serem eles mesmos. Mesmo que eu não concorde, mesmo que eu não goste. E mesmo que eu deixe claro que eu não gosto e não concordo. Mas sem julgamentos. Da mesma forma que eu também não gosto de ser julgada, ou não gosto que os outros julguem alguém que eu conheço e de quem eu gosto ou não gosto a partir de alguma coisa que eu disse ou que o outro fez. Porque ninguém aqui é perfeito. E ninguém está dentro do outro pra saber ou adivinhar razões e motivações.
Aí quando eu cheguei pra trabalhar, abri meu e-mail e tinha uma mensagem de um tio meu, com o assunto “Você Sempre Jovem”. Fiquei com preguiça de ler tudo. Era uma entrevista com o médico Mehmet Oz. Fui zapeando, numa leitura dinâmica, as perguntas que fizeram pro cara. E de repente dou de cara com a seguinte pergunta:
Abster-se de julgar os outros ajuda a manter a juventude?
Oz - Sim, da mesma forma que resolver situações de conflito. O conflito não traz nada de positivo. É apenas desgastante. Costumo recomendar a meus pacientes que procurem as pessoas com quem mantêm uma relação de animosidade e tentem resolver o impasse. Essa é uma atitude para o bem-estar próprio. Não há nada de altruísta nela. É uma atitude egoísta.
Pronto! No que depender de mim, carinha de menina, alegria de viver e sorriso no rosto pra sempre! E cada um na sua...
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