29 de outubro de 2008

Tratado de Taubaté


Nos tempos de hoje, às vezes é difícil ser mulher forte, independente e decidida, e ao mesmo tempo ser menina, chorona, coração de manteiga derretida.
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Pensando nisso, sempre tive uma teoria, com base nos relacionamentos amorosos da minha vida: quando a gente tem muito carinho e cuidado pelo outro (ou seja, sempre), amando ou não amando, é muito melhor ser terminada do que terminar.
A gente pode encarar essa teoria de duas formas: como a mais covarde de todas, na medida em que a gente se esquiva de uma decisão (ou da ação que esta decisão pressupõe), ou como a mais forte de todas, já que a gente prefere sofrer a ver o outro sofrer.
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Enfim, acabo de descobrir que esta teoria é válida também em outras áreas da vida: quando a gente gosta de um trabalho, mesmo com outras propostas por aí, é muito melhor ser demitida que pedir demissão.
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Tem certas coisas que simplesmente rasgam o coração...