
Sempre adorei os Strokes. Original, ótimo. Básico. Simples e direto. As letras boas, poéticas, contrastando com a bateria desesperada e turbulenta, sólida. Aliás, a bateria... Sempre preferi a cozinha. Baixo e bateria. E a do Strokes é muito marcada, muito marcante. Eles sempre foram a minha música preferida pra correr. Porque a bateria dá um ritmo bom. Dá energia, enérgica e forte. Marca os passos, as passadas, a velocidade. Porque viajo nas palavras cantadas – às vezes gritadas – arrastadas e emocionadas, emocionantes. Porque viajo e penso em tanta coisa que o exercício flui sem ser sentido, já que tantas outras coisas fazem tanto sentido antes.
Eu não conheço tanto de Strokes assim. Conheço os discos, sei as músicas de cor, mas nunca fui a um show deles, e nem acompanho a trajetória de cada um do grupo pra saber o que eles fazem da vida ou pra ter um preferido. Mas confesso que sempre tive uma quedinha por bateristas... E o Fabrizio Moretti só contribui pra isso!
Eu não conheço tanto de Strokes assim. Conheço os discos, sei as músicas de cor, mas nunca fui a um show deles, e nem acompanho a trajetória de cada um do grupo pra saber o que eles fazem da vida ou pra ter um preferido. Mas confesso que sempre tive uma quedinha por bateristas... E o Fabrizio Moretti só contribui pra isso!
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